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Sim. Trabalhamos exclusivamente com intérpretes de LIBRAS devidamente capacitados ou formados em Letras-Libras, com experiência comprovada em eventos corporativos, conferências, treinamentos e contextos institucionais. A interpretação em LIBRAS exige profissionais com formação específica na língua, fluência cultural com a comunidade surda brasileira, e prática real em ambientes profissionais. Não é um serviço que possa ser improvisado ou terceirizado para profissionais sem credenciais.
Sim. A P. I. Tradução coordena equipes integradas em que intérpretes de LIBRAS trabalham simultaneamente com intérpretes de inglês, espanhol ou outros idiomas no mesmo evento. Para eventos corporativos com público diverso (participantes surdos e ouvintes em diferentes idiomas), essa configuração garante acessibilidade plena sem comprometer a experiência geral.
Para eventos online, o intérprete de LIBRAS trabalha remotamente em vídeo, sinalizando em tempo real para uma câmera, e essa imagem é transmitida em uma janela na tela dos participantes surdos. Para eventos presenciais com transmissão online, o intérprete pode estar fisicamente no palco e ser transmitido para o público remoto via plataformas de videoconferência. Adaptamos a configuração técnica ao formato específico do evento.
Para eventos presenciais, é necessário um espaço com visibilidade clara do intérprete (geralmente ao lado do palco ou em local de fácil visualização para os participantes surdos) e uma iluminação adequada para que os sinais sejam visíveis com clareza. Para eventos online, basta uma tela ou dispositivo onde o intérprete possa ser visualizado em vídeo. A P. I. Tradução orienta sobre o posicionamento ideal e os requisitos técnicos durante o planejamento do evento.
A P. I. Tradução pode atender ISL (International Sign Language), embora nosso foco seja a língua brasileira de sinais. Para projetos em ISL, é necessária uma antecedência adequada para a alocação dos profissionais específicos da modalidade, dada a escassez de intérpretes qualificados em sinalização internacional no mercado.
No mínimo dois, trabalhando em revezamento a cada 20 minutos. Esse padrão não é luxo: é uma exigência profissional dada a intensidade física e cognitiva da interpretação em LIBRAS, que envolve o uso constante de braços, expressões faciais e corpo, somado ao processamento simultâneo entre dois idiomas estruturalmente diferentes. Para eventos maiores, mais longos ou com conteúdos técnicos complexos, é possível montarmos uma equipe com três ou mais intérpretes em revezamento.
Sim, e essa é uma configuração de acessibilidade muito eficiente. A combinação de intérprete de LIBRAS com legendas em tempo real (estenotipia) atende a públicos diversos: participantes surdos sinalizantes (que preferem LIBRAS), surdos oralizados (que se beneficiam das legendas) e ouvintes em ambientes barulhentos ou contextos onde o áudio não é ideal. A P. I. Tradução coordena ambos os serviços em projetos integrados.
Sim. Produzimos vídeos com sobreposição do intérprete de LIBRAS em formato picture-in-picture (janela no canto da tela) ou em modalidade de tela cheia, conforme a finalidade do material. Esse serviço é bastante útil para treinamentos corporativos, comunicações internas, vídeos institucionais e conteúdos digitais que precisem cumprir requisitos de acessibilidade da Lei Brasileira de Inclusão.
A P. I. Tradução tem base operacional em Nova York além do Brasil, e pode coordenar projetos que envolvam acessibilidade em LIBRAS para audiências brasileiras participando de eventos internacionais. Para audiências surdas de outros países, podemos conectar os clientes a parceiros especializados em ASL (American Sign Language) ou outras línguas de sinais conforme o destino do evento.
Intérpretes de LIBRAS são profissionais formados em uma língua complexa, com gramática, sintaxe e expressão corporal próprias, e fluência cultural específica com a comunidade surda. A interpretação em LIBRAS é cognitiva e fisicamente exigente, e exige revezamento a cada 20 minutos por razões claras de qualidade e saúde profissional. Além disso, há a especialização: nem todo intérprete está preparado para conteúdos corporativos, técnicos ou de alto perfil. Eventos sérios de acessibilidade exigem profissionais sérios, e isso se reflete no investimento. Atender o público surdo de forma profissional não é detalhe administrativo: é parte da credibilidade institucional da marca, e cada vez mais uma exigência legal e regulatória no Brasil.